segunda-feira, 1 de junho de 2020

Quarentena



Durante essa quarentena voc^pode até sair de casa, mas tenha o máximo de cuidado que for possível, observe que estou saindo para resolver questões pessoais, porém estou de máscara e ao meu lado não tem ninguém. Tenha esse cuidado e use sempre alcool em Gel.

sexta-feira, 13 de março de 2015



Junho de 1987, Ibirité MG

Essa não foi exatamente a minha primeira vez, na verdade, acho que em 85 começamos a comprar discos, logo depois pintou uma pizzaria pra tocar, tudo muito mágico, sonho se realizando, eu feliz como nunca, desde criança, meu sonho era ser um DJ, não sei se por influência de meu irmão mais velho, ou se isso realmente é genético e nasceu comigo, quando peguei num disco de vinil pela primeira vez senti algo que hoje não sinto mais usando uma controladora, era tudo muito difícil, conseguir musica era complicado e caro, mas eu sentia prazer e fazer as pessoas dançarem a noite toda, algo que parece clichê, mas, eu realmente amava tudo aquilo, aprendi muito, observando a pista, aprendi que não se pode menosprezar ritmos diferentes, culturas diferentes, pessoas diferentes, pois a união de tudo isso é que torna a vibe perfeita. Nos dias de hoje um DJ toca no máximo 2 horas em um evento, se passar disso ele fica sem repertório e começa a se tornar cansativo, sabe porque? Porque os DJs hoje preparam o "set" que vão fazer em casa, tudo bem ensaiado, cada segundo, sem erros, mas se estender muito o tempo, o DJ fica sem saber o que tocar. Na época que eu comecei, não havia esse negocio de "Set", nós não saíamos de casa com nada programado, levávamos apenas o caixote de discos e no decorrer da noite ia tocando as musicas conforme a pista, a isso chamamos de Feeling. Hoje sou DJ residente da Onix Lounge, maior casa de shows de Mateus Leme e região, continuo sem limites, se precisar, faço a noite inteira, nem é questão de ter repertório e sim de costume, não me prendo a estilos ou ritmos, o importante é sempre ver a pista animada, mesmo que para isso você tenha que tocar até o que não te agrada, é isso ai, minha dica para estar a tanto tempo nas pistas é amor ao que faz e respeito ao seu público. Amo ser DJ, amo meu público, essa é minha vida.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Felguk


Felguk é um duo de DJs e produtores musicais do Rio de Janeiro, formado por Felipe Lozinsky (nascido em 12 de fevereiro de 1986) e Gustavo Rozenthal (nascido em 26 de fevereiro de 1982)[1]. Em 2010, o duo se apresentou - e teve sua faixa "2nite" como música do traileroficial - no maior festival de dance music dos EUA, "Electric Daisy Carnival"[2]. No mesmo ano, a dupla tocou no "Nocturnal Festival", e atingiu o #2 no Beatport (maior loja de venda digital de música eletrônica) com o remix do hit "Exceeder", de 2007[3]. Felguk tambem remixou a faixa "Celebration" da popstar Madonna[1], "Club Can't Handle Me" do rapper Flo Rida com participação de David Guetta[4][5], e "The Time (Dirty Bit)", do grupo The Black Eyed Peas[3].
A dupla criou seu próprio selo, Dongle Records, em 2011, onde lançaram dois singles, 'Blow Out,' e 'Jack It,' além do EP 'Bassive' que será lançado no portal Beatport próximo dia 22 de Novembro.[6]
Em outubro de 2011, o Felguk foi nomeado o #87 artista do ano no TOP 100 da revista inglesa DJ Mag.[7]


domingo, 7 de outubro de 2012


Som e iluminação para animar suas festas, e um DJ com 26 anos de experiência em festas e pista de dança. Ligue agora e reserve sua data: (031) 9224-8107 Tim, (031) 9699-5180 Vivo. DJ Wilson Martins BH.

domingo, 5 de agosto de 2012


É uma honra para min receber um convite para participar dessa festa, prometo te fazer dançar a noite toda ou pelo menos enquanto eu estiver no comando, vamos que vamos que a festa é nossa.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Miami Bass




MIAMI BASS - BAIXAS VIBRAÇÕES



De todos os géneros de música que cultivam ligações mais ou menos claras ao mundo do S.E.X.O., o Miami Bass (ou Booty Music ou Bass Music, conforme lhe queiram chamar...) é o que o faz de forma mais descarada. Talvez porque o género tenha dado os primeiros passos nos clubes de strip da capital da Flórida, talvez porque o calor húmido próprio daquele Estado convide as pessoas nos clubes a largarem as roupas ou, muito simplesmente, e nas palavras imortais dos Renegade Soundwave, talvez porque as mulheres respondem às baixas freqüências...
Seja como for, é longa a ligação do Hip Hop ao “bottom end”, que é como quem diz ao espectro de freqüências mais baixas, aquelas que são menos ouvidas e mais sentidas no próprio corpo. Kool Herc, o pai fundador do Hip Hop, importou da sua Jamaica natal o hábito de construir os seus próprios sound systems, com woofers gigantes para que o “boom” da música se sentisse bem forte nos estômagos. Com essa experiência bem presente, Afrika Bambaataa – com a ajuda de Arthur Baker e de uma 808 – criou Planet Rock uma faixa que, sozinha, haveria de influenciar os clubes de house, techno, electro e, claro, os clubes de Miami.

Com muito do seu poder ligado à descoberta da Roland TR 808 (uma caixa de ritmos com um kick drum mítico...), Planet Rock cedo se aliou em Miami a faixas como Clear dos Cybotron de Juan Atkins. Estávamos em 1982/1983 e o mundo nunca mais seria o mesmo.
Esse som influenciou rapidamente o produtor “Pretty” Tony que vendo aí uma oportunidade, cedo começou a editar. Look Out Weekend por Debby Deb foi uma das suas primeiras produções, antes de editar os Freestylers, um grupo de Electro responsável pelo lançamento de outro sub-género, precisamente baptizado com o nome Freestyle (electro influenciado pela música latina dos clubes...).
Nesta época, Luke Skywalker (que haveria de apadrinhar e integrar-se nos 2 Live Crew...) era o gerente do Pac Jam (um daqueles clubes onde se dançava de patins...) onde muitos dos temas de "Pretty" Tony rodavam com insistência. Mas continuava a faltar-lhes qualquer coisa... Mr. Mixx, produtor e DJ dos então californianos 2 Live Crew, começou a mexer na 808 e descobriu que podia baixar ainda mais as freqüências... E a revolução explodiu! Luke não tardou em identificar um potencial nas produções de Mr Mixx e acabou por financiar o seu 12” Throw The D/Ghetto Bass, que seria bem mais recebido em Miami, obrigando o grupo então a imigrar para a Florida.


Aliando a música aos clubes de South Beach, onde praticamente ninguém se dava ao trabalho de trocar a roupa com que tinha passado o dia ao sol, o Miami Bass nasceu e criou fenómenos que cedo passaram as fronteiras da Florida. No final dos anos 80, e por um momento, quando os 2 Live Crew forçaram os censores a dar atenção a “As Nasty as They Wanna Be”, o mundo vibrou com os sub-graves exportados de Miami. E também soube unir-se para defender o direito de Luke celebrar os prazeres da carne de uma forma que muitos julgam primária. As batalhas foram ganhas, e o baixo de Miami infiltrou-se no mundo: Shake Your Rump dos Beastie Boys (que dedicaram um número inteiro da sua já defunta revista Grand Royal à Bass Music com um artigo de DJ Shadow sobre o género e tudo), Rump Shaker dos Wrexckx-N-Effect’s, Baby Got Back de Sir Mix a Lot, muito dancehall, algum drum n’ bass e 2 Step são hoje claros devedores das explorações ao coração das baixas freqüências efectuadas pelos pioneiros de Miami. E este género até encontrou na Alemanha um segundo mercado preferencial, com um circuito de festas, editoras, revistas e websites a suportarem a cena da Bass Music.




Nomes como Dynamix II, Magic Mike, DJ Battlecat, The Mix Crew, MC Ade, Maggotron, Speakerhead ou Missy Mist servem como referências para quem queira usar a net para procurar mais informações sobre o assunto. Mas não é fácil, uma vez que o verdadeiro Miami Bass continua confinado aos clubes menos turísticos de Miami.
A Mo Wax de James Lavelle deu alguma atenção ao Miami Bass através da edição de trabalhos de DJ Assault e DJ Magic Mike, dois dos mestres do género. A Booty Music, essa, continua forte em Miami, agora sub-dividida em muitos géneros, uns mais próximos do Techno, outros ainda retendo a sua ligação ao Hip Hop, mas todos apostados em “baixar” cada vez mais a fasquia dos sub-graves. Enquanto mulheres devidamente despidas abanam literalmente os traseiros com este som...


Retirado do Blog Hit da Breakz V3.0

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O que todo baladeiro deve saber antes de gritar “acelera!”

Se procurarmos um pouco na internet ou em revistas especializadas, encontraremos vários artigos falando sobre “os dez mandamentos do DJ” ou “manual para ser um grande DJ”.
Ocorre que o DJ só é bom ou ruim segundo o julgamento do público. E muitos DJs são julgados por públicos que não fazem a menor idéia do que ele faz, qual o seu estilo, qual a diferença entre um live e um set…
Será que os DJs também julgam o público? A pista não é tão importante quanto o DJ para fazer a noite perfeita?
Foi por essas e outras que criamos esse post com 10 dicas para a pista, com coisas que todo baladeiro deveria saber antes de dizer “Porra DJ”.
1. Warm Up
O primeiro DJ da noite acabou de apertar o play e  já tem gente comentando “acelera DJ!”. O que esse povo não sabe é que o DJ foi escalado para fazer o Warm Up da noite, ou seja, ele está preparando a festa, recepcionando o público e os DJs convidados. Se é uma festa comercial, ele provavelmente não tocará as músicas mais conhecidas ou “da moda”, para não queimar o repertório dele ou dos próximos DJs. Se for uma festa com um som mais pesado, ele começará tocando algo mais leve para que os próximos DJ entrem “quebrando tudo”. Não confundir velocidade com qualidade também é um fator predominante. 
2. Quem toca hoje? Que festa é hoje?
Antes de sair de casa, que tal uma pesquisa básica sobre o line-up da noite? Muita gente sai pra se divertir, sem se preocupar em saber o que vai ouvir na festa e depois reclama do DJ. Ou vai a um club que havia ido uma vez e gostado, e quando chega lá não é nada do que tinha pensado. Geralmente, nas casas noturnas, cada dia da semana é dedicado a uma festa e estilos musicais específicos, que atraem públicos diferentes, de acordo com o dia. 
3. O DJ eclético
Um grupo foi pra balada pra ouvir música eletrônica, mas o DJ insiste em misturar vários estilos musicais. Ou alguns gostam mais de um gênero de música eletrônica, mas o DJ parece tocar todos possíveis em seu set. Um DJ eclético costuma tocar em festas onde o público é diversificado e tem um gosto eclético. Eles estão lá para se divertir, ouvir músicas conhecidas, cantar junto. A missão desse DJ é não deixar ninguém desanimar, não importa o estilo que ele toque e quase sempre é “sucesso”!
4. Pediu, tocou…
Aproveitando a flexibilidade do DJ eclético, as pessoas pedem para ele as músicas que querem ouvir. “Toca aquela da novela”, é um pedido comum. E ele toca. “Toca aquela da novela” e ele toca outra música da novela. Aí reclamam! Era aquela mesma, a primeira que querem ouvir “de novo”…
 5. O DJ “conceitual”
Ele não tocou nenhuma música conhecida e tudo pareceu meio estranho, diferente do que o pessoal está acostumado a ouvir. DJs que se especializam em determinados gêneros costumam passar horas pesquisando músicas novas, de vanguarda, para fazer um set original. Sua missão é justamente surpreender o público e levar a ele uma experiência sonora única. Em festas mais conceituais, é bom ter a mente aberta para que não se conhece ainda, que só irá ampliar o repertório cultural de cada um.
6. O DJ produtor
É cada vez mais comum conhecermos DJs que produzem suas próprias músicas. É comum o DJ tocar apenas músicas de sua autoria, já que muitas vezes o público está ali para isso. Quando fãs vão ao show de uma banda, não esperam que toquem suas melhores músicas? Por outro lado é comum também o DJ só tocar faixas novas ou de outros produtores, pois muitas vezes suas músicas não são adequadas para o ambiente ou ele foi chamado para fazer um set, não um live. Até para quem conhece, muitas vezes vai à festa e espera somente o que já foi sucesso do produtor. Não conte com isso…
7. Set x Live
A princípio um Live é uma apresentação com intervenções ao vivo na estrutura das músicas e um Set é uma mixagem de músicas já prontas. Mas com o tempo e os avanços da tecnologia, a discotecagem foi ficando cada vez mais digital e as diferenças entre DJ Set e Live foram diminuindo. Muitas vezes o Live é apenas uma palavrinha ao lado do nome do DJ no flyer da festa, em outras o DJ “toca” com um Set pré-mixado ou com um “DJ de apoio”, que é quem faz a coisa funcionar de fato. Quando não se tem a menor idéia do que o DJ está fazendo ali, melhor pensar duas vezes antes de criticar ou gritar “toca muuuuito!”. É o mesmo que elogiar um cantor que se apresenta com playback.
 8. Tum, tum, tum…
“É tudo igual, não acontece nada”, dizem alguns na balada. Na pista as músicas têm uma função primordial: fazer dançar. Para isso, é preciso que o ritmo seja constante e que as músicas possam ser mixadas de forma contínua, para que o público não pare de dançar. Cada estilo e vertente eletrônica têm suas características, alguns mais melódicos, outros mais percussivos, alguns com vocais e outros que parecem um imenso loop, com a intenção de criar um efeito hipnótico. Só é tudo igual pra quem não gosta, não importa o estilo.
9. Amo o DJ X, amo música eletrônica!
Todo mundo diz que adora o DJ X, o DJ X vai abrir o show da Madonna, a música dele toca na rádio, tem clipe na MTV, foi eleito o melhor do mundo, alguém disse. E assim ele vira o novo ídolo da galera! Agora todos amam música eletrônica e o DJ X é parâmetro de qualidade pra qualquer DJ que vêem tocar. Bom, esse é exatamente o motivo desse post. Não é porque um DJ é famoso ou toca/produz um estilo que agrada a maioria, que ele “toca muuuito”. Quem toca muito tem técnica, repertório, feeling, improviso, experiência… E a música vai muito além do top 10!
10 . Valorize o profissional 
Em todos os casos, há oportunistas e profissionais, tocadores de música e DJs. Conhecer mais sobre a profissão e os profissionais é uma forma de valorizar não apenas o DJ, mas a si mesmo também. Um público bem informado, exigente e cada vez mais envolvido com a música fará com que o mercado se desenvolva, amplie seus horizontes. Os grandes DJs serão assim chamados pela técnica e repertório. Surgirão novos talentos, que não precisarão da aprovação das pistas de outros países para serem valorizados aqui. Quem sabe, de repente, não começaremos a ver estilos de música surgindo no Brasil porque têm a ver com nossa cultura, nossa música, e não apenas porque fizeram sucesso um ano antes em algum lugar bem longe daqui…

POR  EM 02/08/2011  DJBan

sexta-feira, 29 de julho de 2011

What is a DJ?


A disc jockey or disc jockey (DJ or dee jay) is a professional artist who selects and runs the most different compositions previously recorded for a particular audience, working their content and diversifying its work in broadcasting frequency modulated (FM) dance floors of balls, clubs, nightclubs and discos.

     
Disc Jockey has been and is used to describe the figure of the first radio announcer who introduced and played gramophone records later Olonga play later laser compact disc (CD) and currently employ the use of the mp3. The name was soon shortened to DJ. In Brazil, the abbreviation is pronounced incorrectly in relation to its original derivation (English), being mentioned in a "portuguses" by journalists, broadcasters and non-professionals, such as "djidjêi." Contamination caused mainly by the popularity of the group in 95 Snuff where vocalist Dinho, in imitation of the Northeast, pronounces the abbreviation DJ thereby. Today, given the numerous factors involved, including the composition chosen, the type of target, the list of songs, the middle and the development of sound manipulation, there are different types of DJs, and not all drives actually use, some may playing with CDs, some with laptop (with software emulating), among other means. There are also those who mixam sound and video (VJ), blending their content to work at the time of the musical. There are, however, a wide range of denominations to classify the term DJ.No radio DJs have contributed to the consolidation of the Rock and Roll movement from the second half of the year 50, as the largest cultural event of the youth of the twentieth century; names of artists as diverse as Elvis Presley and The Beatles would not have achieved stardom if not for the commitment of the original DJs. At the same time began to emerge Jamaican DJs, known as selectors, who initially played mainly drives U.S. R & B sound systems, and became a success especially among the less advantaged population that could not have radio or record player.
Techniques and styles

     
With the advent of disco in the mid-70s, DJs also gained fame outside of the radio and went to the dance floor. The clues, the DJs who worked until the mid-1990 using only vinyl records in their presentations. Despite the fact there are already CDs before that, there was no equipment that allowed the timing of the incoming song with the music running (for further adjustment of the pitch mixing). The way this action of mixing is carried out, moreover, is the main difference between the professionals in this area.

     
A DJ has to know the perception of musical compositions which have speeds (measured in beats per minute) or close to equal, so that a change in one or two percent of the speed with which the measure allows the same to be synchronized and mixed, and the public can not notice that a track is ending and another is beginning, because both bands are in the same rhythm, meter and speed.

     
DJs of the 1980s and 1990s the composition mixed synchronized (incoming) controlling the speed of the turntable platter, taking care to make the needle not escape groove vinyl (which in practice makes the song "jump ") and also with the timbre of her voice would not be music, too, changed with the speed too high or too low dish. This change in speed was possible in turntables that have the button called pitch. The most famous turntable at this time was the Technics SL-1200 MK-2, which is still sold and sought after by professionals and lovers of vinyl for strength and power that your engine has direct traction.

     
After the popularity of CD manufacturers like Pioneer, Numark and Technics have developed devices like CD player for DJs with their own resources. Known as CDJs, have special buttons to change the pitch, the return track, clocking (cue effect) and looping. The tone of the music was controlled (optionally) by a specific trigger, usually known as Master Tempo. With this feature, even if the membership is greatly accelerated (or decelerated), the tone of voice, keyboards, guitars, etc.. is maintained, somehow evading the capacity of public perception, to note that a sound is playing at different speed than normal. In addition, there is no risk that the record skip, even though the care to clean the CD media to be the same, for a spot on optical media can harm and even stop the song running. Another feature of this equipment is to mark the starting point of the song (designated cue point). Thus, a DJ with a touch of the button can return to the starting point for a few seconds before the song on the mix being performed.

     
Attention is drawn here to the fact that, besides the obligatory musical talent to a DJ in knowing about the time of the compositions that he intends to mix during his presentation, it must also know where, when and if a particular version of this composition or has a region (generally without vocals, raps and with little or no appearance of guitars and keyboards) popularly known as broken, where you can enter the next composition without the result to be confused (with vocals from two different songs "talking" to same time, for example). This quirk is mandatory for professionals who live mixes, both with vinyl and CDs with

     
The DJ is, after all, an exciting event. This song should know enough to know how and when to mix them, you should feel the vibration of the public who are listening, and know how to change a style at the right time so that the track is not empty. It must be as eclectic as possible, or make very clear to your audience and your contractor what your style or trend.There are a DJ specializing in raves. Others, who are dedicated to songs that have had success at eight, ten or twenty years ago.
Compact

     
The versions of songs that a DJ uses are not generally the same versions that normally heard in video clips or radio stations. For each new song that is launched on the market since Adeco 1970, the label released an album (or CD) specific compact called for that song. In the case of vinyl, can also be a compact seven inches, ten inches or twelve inches. In CD, this is known as 5 (five) inches. A compact is a vinyl or CD that has one song in several versions, produced especially for lovers of mixes or alternate versions. While a regular version of the song usually has three to four minutes, a compact version can last up to fifteen minutes, with big issues, broken, issues, etc. .. reruns of vocal These modified versions are also known as remixes, versions 12, versions, club, extended and dub versions. A compact may also contain cappella and instrumental versions. As a compilation album of a particular artist can have any name, a compact always has the name of the song that it is recorded, even if the disc has only one version of the song names.
Digital compositing

     
By the end of the twentieth century with the popularization of the MPEG-1 Layer 3 (popularly known as MP3) for digital songs from file sharing programs like Napster and the rise of music publishing programs, a new breed of editors musical self-styled DJs Though they possess, sometimes, to a certain talent for music, because they need to change a track in the mix before, has greatly facilitated their work and therefore are not viewed by professionals who do their work to live in clubs, homes, clubs and events.

     
The computer is mixing home-cooked, and there is no public trial of the work being done live. What the audience will hear is a mix made in the studio and have recorded. If a song is altered and mixed with the former, but the result is not expected by the editor (sounds, beats and beats out of sync, for example), the mixing action can be undone and redone many times as necessary. So the end result is a mix as perfect as artificial.

    
However, great DJs also make use of these programs to create multiple sequences called megamix songs, short duration of holdings in radio programs and even new versions of these songs, do not exist in their respective singles.

     
Today there are software that can simulate in a computer screen or CDJs two turntables and a mixer, with numerous resources equal or superior to the best equipment, and some can be downloaded free on the Internet, these software are becoming popular because they arewho want an alternative to DJing and can not invest much.

    
Among these programs are the Virtual DJ, Traktor, Deckadance, MixVibes, BPM Studio, PCDJ and more ...

terça-feira, 26 de julho de 2011

O que é um DJ ?

Dj Wilson Martins BH MG


     Um disc jockey ou disco-jóquei (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias.

     Disco-joquéi foi e é utilizado para descrever primeiramente a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, olong play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. No Brasil, a abreviação é pronunciada erroneamente, em relação a sua derivação original (o inglês), sendo mencionado de forma "aportuguesada" por jornalistas, radialistas e não-profissionais, como "djidjêi". Uma contaminação causada, principalmente, pela popularidade do grupo Mamonas Assassinas em 95, onde o vocalista Dinho, em imitação nordestina, pronuncia a abreviação DJ, dessa forma. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ.No rádio, os DJs contribuíram para a consolidação do movimento Rock and Roll a partir da segunda metade dos anos 50, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato se não fosse o empenho dos DJs originais. Nessa mesma época começavam a surgir os DJs jamaicanos, conhecidos como seletores, que inicialmente tocavam principalmente discos estadunidenses de R&B nos sistemas de som, e faziam sucesso principalmente entre a população menos privilegiada que não tinha condições de ter rádio ou toca-discos.

Técnicas e estilos

     Com o advento da discoteca em meados dos anos 70, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não havia equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

     Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

     DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.

     Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

     Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes "falando" ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.

     O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.

Compactos

     As versões das canções que um DJ utiliza não são, geralmente, as mesmas versões que normalmente se ouve em videoclipes ou estações de rádio. Para cada nova canção que é lançada no mercado, desde adécada de 1970, a gravadora lança um disco (ou CD) específico, denominado compacto, para aquela canção. No caso do vinil, um compacto também pode ser de sete polegadas, dez polegadas ou doze polegadas. Em CD, este é conhecido como 5 (cinco) polegadas. Um compacto é um vinil ou CD que possui uma mesma canção em várias versões, produzidas especialmente para mixagens ou amantes de versões alternativas. Enquanto uma versão normal de canção possui normalmente de três a quatro minutos de duração, uma versão de compacto pode durar até quinze minutos, com grandes introduções, quebradas, edições, reprises de vocal etc.. Estas versões alteradas também são conhecidas como remixagens, versões 12, versões club, versões estendidas e dub. Um compacto também pode conter versões instrumentais e a cappella. Enquanto um álbum de coletânea de determinado artista pode possuir um nome qualquer, um compacto sempre tem o nome da canção que nele está gravada, mesmo que o disco tenha apenas uma versão da canção que o nomeia.

Composição digital

     Já no fim do século XX, com a popularização do formato MPEG-1 layer 3 (popularmente conhecido como MP3) para canções digitais, de programas de compartilhamento de arquivos como o Napster e o surgimento de programas de edição musical, surgiu uma nova casta de editores musicais auto-denominados DJs. Apesar de estes possuírem, as vezes, até certo talento para música, pois precisam alterar uma faixa para mixar na anterior, tem seu trabalho extremamente facilitado e, portanto, não são bem vistos por profissionais que executam seu trabalho ao vivo em clubes, casas, discotecas e eventos.

     A mixagem em computador é feita de forma caseira, e não há o julgamento do público ao trabalho sendo feito ao vivo. O que o público irá ouvir é uma mixagem feita em estúdio e já gravada. Caso uma canção seja alterada e mixada com a anterior, mas o resultado não seja o esperado pelo editor (timbres, batidas ou compassos dessincronizados, por exemplo), a ação de mixagem pode ser desfeita e refeita quantas vezes forem necessárias. Assim, o resultado final é uma mixagem tão perfeita quanto artificial.

    Porém, grandes DJs também fazem uso destes programas para criação de sequências de múltiplas canções denominadas megamixes, de participações de curta duração em programas de rádio e até mesmo de novas versões dessas canções, que não existam em seus respectivos compactos.

     Existem hoje em dia softwares capazes de simular na tela de um computador dois toca discos ou cdjs e um mixer, com inúmeros recursos iguais ou até superiores aos melhores equipamentos,além de alguns poderem ser baixados gratuitamente pela internet,esses softwares estão se popularizando por serem uma alternativa a quem deseja discotecar e não pode investir muito.

    Entre esses programas destacam-se o Virtual DJ,Traktor,Deckadance,MixVibes,BPM Studio,PCDJ entre outros...



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Michael Jackson



     What a sad day it is. An iconic music artist has passed on. I’m sure everyone knows who he is, for he’s the King of Pop, Michael Jackson. I’ve compiled some of his career milestones which I’m gonna highlight on.
     Named as Michael Joseph Jackson, he is the 7th of nine children in the Jackson family, he debuted on the music scene at the age of 11 as a member of The Jackson 5 and began a solo career in 1971 while still a member of the group. The Jackson 5 had huge hits like “I Want You Back”, “ABC”, “Blame It On the Boogie”, and “I’ll Be There”.
     Starting in 1972, Michael released a total of four solo studio albums with Motown, among them is “Got to Be There” and “Ben”. These were released as part of the Jackson 5 franchise, and produced successful singles such as “Got to Be There”, “Ben” and a remake of Bobby Day’s “Rockin’ Robin”.
Off the Wall Era
     In 1978, Jackson starred as Scarecrow in the film musical “The Wiz”. The musical scores were arranged by Quincy Jones, who formed a partnership with Michael during the film’s production and agreed to produce the singer’s next solo album “Off the Wall”.
     Released August 10th, 1979 on Epic Records, Michael collaborated with a number of other writers and performers such as Paul McCartney and Stevie Wonder. He also wrote several of the songs himself, including the lead single, “Don’t Stop ’til You Get Enough”. The album spawned 5 singles in total.
Thriller Era
     Thriller is the 6th studio album by Michael Jackson and is considered the best selling album of all time. The album was released on November 30th, 1982. Thriller explores similar genres to those of Off the Wall, including funk, disco, soul, soft rock, R&B and pop. However, Thriller’s lyrics deal with generally darker themes, including paranoia and the supernatural.
     Assisted by producer Quincy Jones, Jackson wrote four of Thriller’s nine tracks. Seven of the album’s nine songs were released as singles, and all reached the top 10 on the Billboard Hot 100. Thriller cemented Michael’s status as one of the predominant pop stars of the late 20th century, and enabled him to break down racial barriers via his appearances on MTV.
     The album remained in the top 10 of the Billboard 200 for 80 consecutive weeks, 37 weeks at the peak. On March 25, 1983, Michael performed live on a television special, both with The Jackson 5 and on his own singing “Billie Jean”. This broadcast debuts his signature dance move—the moonwalk.
     Among the albums of Michael’s career, this album is the one that is the most significant. I’m sure everyone would recognise most of the singles and videos from this album.
Bad Era
     Bad is the 7th studio album by Michael Jackson and was released on August 31st 1987. This record was released nearly five years after his last studio album. Bad is also the first, and currently the only album ever to feature five Billboard Hot 100 #1 singles.
     This album sees Michael have even more freedom over his album than he did with the two previous albums, Off the Wall and Thriller. He wrote and composed 9 of the album’s 11 tracks, and co-wrote and produced another; “Man in the Mirror”.
Dangerous Era
     Dangerous is the eighth album by Michael Jackson and was released on November 26th, 1991. It became his second to debut at #1 on the Billboard 200 album chart. Nine singles were released in total from the album.
     The major single successes from the album were “Black or White”, “Remember the Time”, “In the Closet”, “Heal the World”, “Who Is It”, and “Will You Be There”.
HIStory Era
     HIStory is a double album by Michael Jackson, and is released on June 20th, 1995. This is Michael’s ninth album. The first disc, named “HIStory Begins” consists of a selection of Jackson’s greatest hits from the singer’s past fifteen years, while the second, named “HIStory Continues” features new songs.
     The album hsa 5 singles. “Scream/Childhood”, “You Are Not Alone”, “Earth Song”, “They Don’t Care About Us” and “Stranger in Moscow”.
     One of the single “Scream”, a duet between Michael and sister Janet, who had agreed to do a duet with her brother after she felt that she “had made it to the top” and she didn’t fear that she’d “had to ride Michael’s coattails”.
Invincible Era
     Invincible is the tenth and final studio album by Michael. The album art, an image of Jackson’s face, is available in five different colors – red, green, orange, blue and silver.
     The album spawned three singles, “You Rock My World”, “Cry” and “Butterflies”. Being his first studio album in six years (after 1995’s HIStory), expectations were high. Invincible competed a race for the top of the Billboard 200 with some other big releases, Enrique Iglesias’s new album Escape being its biggest contender. In the end, Invincible won the top.
     Invincible is generally a commercial success, debuting atop the charts in 13 countries and going on to sell approximately 10 million copies worldwide. It went double-platinum in the US. However, the sales for Invincible were notably low compared to his previous releases, due in part to a diminishing pop music industry, the lack of promotion, no supporting world tour and the label dispute.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Will.i.am DJ


     William James Adams Junior, mais conhecido como Will.I.Am (Los Angeles, 15 de Março de 1975) é um rapper, compositor, cantor, ator, DJ e produtor musical norte-americano. Um dos fundadores do grupo Black Eyed Peas, ele compõe e canta a maioria das canções do grupo, além de trabalhar como produtor do grupo

     William nasceu em Los Angeles, Califórnia. Ele foi originalmente um contratado da Ruthless Records, de Eazy-E.[1] Sendo tanto um compositor quanto produtor, ele produziu a maioria dos álbuns do Black Eyed Peas, assim como a canção tema do show animado de televisão norte-americano Samurai Jack. Outras aparições solo incluem um tutorial no jogo eletrônico para Playstation 2 e PC, The Urbz.

     Em 2004, ele produziu a canção "Go!" para o jogo eletrônico NBA Live 2005. Em 2005, will.i.am gravou a canção "I Am Somebody" com o guitarrista mexicano Carlos Santana para seu álbum All That I Am.

     Durante 2006, ele contribui na produção do álbum de Sérgio Mendes, Timeless, The Big Bang de Busta Rhymes, Press Play de Diddy, The Dutchess de Fergie, PCD de The Pussycat Dolls, Ordinary People de John Legend, FutureSex/LoveSounds de Justin Timberlake, Doctor's Advocate de The Game, Ciara: The Evolution de Ciara, e Hip Hop Is Dead de Nas.

     Will.i.am estava trabalhando com Michael Jackson para seu esperado álbum de retorno ao mundo da música, junto com projetos com Mariah Carey, Whitney Houston, Amerie, Rihanna, Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger, Melody Thornton, Hilary Duff, Cassidy, Lil Wayne, Talib Kweli, Lupe Fiasco,Marcelo D2, Common, Fabolous, Chamillionaire, Chilli, Bone Thugs-N-Harmony, e Macy Gray. Ele trabalhou em "More and More", "Ring It", "Baby Love" e "On the Move" para o primeiro álbum solo da vocalista e líder das Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger, intitulado Her Name Is Nicole, que seria lançado em Novembro de 2007, mas foi adiado por várias razões.

     Em 2007, Will.i.am lança seu terceiro álbum solo, que deverá ter o sucesso que os anteriores não tiveram. Intitulado de Songs About Girls, o álbum foi lançado em 25 de Setembro de 2007 e seu primeiro single foi "I Got It From My Mama", lançado em Agosto de 2007, que atingiu a posição #31 na parada norte-americana Billboard Hot 100. O segundo single do álbum foi confirmado como sendo "One More Chance".

     Entre 2008 e 2009, ele atuou nos filmes "X-Men Origens: Wolverine. E fez a dublagem de "Moto Moto" na animação "Madagascar 2: A Grande Escapada".

     No ano de 2009, Will.i.am fez uma pequena participação na turnê da cantora Miley Cyrus, Wonder World Tour. Ele fez um ritmo da musica Boom Boom Pow do Black Eyed Peas durante uma troca de roupa da cantora Miley Cyrus.

     Em 2010, gravou ao lado do cantor somali K'naan e do DJ francês David Guetta a música "Waving Flag", tema oficial da Copa do Mundo da África do Sul e fez um feat com Usher na música "OMG", nova sensação nas rádios.

     A partir de janeiro de 2011, Will.i.am passa também a integrar o grupo Intel. O cantor será o diretor de criação, onde ajudará a criar tablets e celulares. A parceria já é demonstrada no clipe "The Time (Dirty Bit)" (2010). Para alguns dos aparelhos eletrônicos da Apple, Will.I.Am lançou o primeiro aplicativo em 360° incluindo o videoclip de "The Time (Dirty Bit)".

     Em fevereiro de 2011, foi anunciado que ele estava trabalhando em uma música com o ícone pop Britney Spears para seu tão aguardado sétimo álbum de Femme Fatale. A música se chama "Big Fat Bass".

     Will.i.am cita Red Hot Chili Peppers como uma de suas influências e conta em uma entrevista na Radio 1 sobre a história do Red Hot Chili Peppers, explicando que ele criou o nome "Black Eyed Peas" baseado no estilo de "Red Hot Chili Peppers", que seria bandas com nome de comidas. Ele estudou na Palisades High School e graduou-se em 1993.



terça-feira, 8 de março de 2011

História da Música Eletrônica


     Se hoje ouvimos música eletrônica é devido à ousadia e visão sem fronteiras de muitos guerreiros.
     Desde os  primórdios...
     Se você acha que a música eletrônica é novidade, está enganado. Prepare a sua máquina do tempo porque essa história começa a muuiiito tempo atrás.
     No inicio do século 20, época das primeiras gravações elétricas e do surgimento dos novos meio de reprodução sonora. O Theremin é considerado o primeiro instrumento musical completamente eletrônico e trabalho com freqüência de rádio, osciladores, etc.
     Este instrumento foi desenvolvido em 1920, pelo russo Leon Sergeivithc Termen (Leon Theremin). O aparelho possui duas antenas sensíveis aos movimentos do músico, uma delas cuida da afinação (altura, tom da rota) e a outra do volume. O músico manipulava as antenas como se fosse um maestro.
     Dez anos depois (1930), surgia o Rhythmicom, o primeiro gerador de ritmo eletrônico que foi usado por Tangerine Dream e Pink Floyd.
     Em 1935, começou a produção de pick-up's e também o primeiro gravador de fitas magnéticas em Berlim, Alemanha. Este aparelho contribuiu para um enorme passo de aperfeiçoamento nas técnicas de gravações em estúdio que permitem que os dj's criem suas próprias músicas por meio de montagens feitas com colagem de fitas.
     Nos anos 40, o Blues foi eletrificado pelos negros americanos e deu origem ao Rhythm and Blues. John Cage compôs Imaginary Lardscape n° 1, usando elementos eletrônicos.
     Na década de 50, em Paris, Pierre Schaeffer e Pierre Henry já faziam músicas misturando instrumentos com sons gravados de passos, carros, etc. Lançaram sinfonia para um home só, é a primeira composição feita com montagem de fitas magnéticas.
     O movimento concreto foi criado por músicos e intelectuais que recriavam músicas a partir de trechos de músicas e sons do dia a dia e isto se difundiu na poesia, artes, etc. Conte dos Adolescentes é da mesma época de Karlheinz Stockhausen.
     Negros jamaicanos (o líder Lee Tubby) inventaram e aperfeiçoaram as técnicas de gravações que dariam origem ao Dub. Em 1967 foi lançado o primeiro álbum totalmente eletrônico por um grupo chamado Silver Apples. Em 1970, a Technics lançou a SL 1200 com sistema Direct Drive, a pick-up virou instrumento musical. Em Nova York dj's como Kool Herc, Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash popularizaram técnicas como o Cuts e Scratch (que significa arranhar em inglês).
     O primeiro disco de 12 polegadas (apropriado para tocar na noite) foi lançado pela Salsoul Records em 1976.
     Em 77 que surgiu os pioneiros da música eletrônica como já conhecemos, era o grupo Kraftwerk de Ralph Hutter e Florian Schneider. Nesse mesmo ano eles lançaram o antológico Trans Europe Express que serviu para derrubar preconceitos de músicos tradicionais sobre o uso de drum machines, sintetizadores e teclados.Tudo o que tem algo eletrônico e veio depois deles, tem algo haver com eles. O grupo usou sons repetitivos e hipnóticos e foram também alguns dos inventores do groove ou loop. O DJ Afrika Bambaataa da sua versão ao clássico Trans Europe Express criando o épico Planet Rock em 82 que foi considerado o maior clássico de todos os tempos da música eletrônica dançante que foi feita com base de baterias eletrônicas (linha TR da Roland), raps e teclado.
     Devemos citar também nomes como New Order (inventor da eletronic dance music) e tantos outros que somados a outras influências, deram origem ao Techno, House, Drum'n'Bass, Trance e todos os outros gêneros tão familiares para nós atualmente.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

RITMOS: HOUSE MUSIC


Música House é a designação dada a vários estilos de música electrônica. Efectivamente, a primeira manifestação deste género musical, a e-music, deu-se nos meados da década de 1980.O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco_music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.

RITMOS: ACID HOUSE


Estilo mais radical de house, gênero musical “fabricado” em estúdio. A sustentação rítmica do acid é feita por contrabaixos eletrônicos e baterias programadas. Esses instrumentos são misturados com o auxílio de computadores a sons distorcidos de guitarras dos anos 60, orgasmos femininos repetidos e seqüenciados, metralhadoras, explosões e diálogos de filmes. Assim como o house, o acid house é feito para tocar em pistas de dança, nas quais não podem faltar canhões de laser, luzes estroboscópicas, máquinas de gelo e fumaça. O nome "acid" foi herdado do consumo de drogas estimulantes, tipo Êxtase, muito comum entre os freqüentadores das casas londrinas que tocam este gênero de música. A alusão às drogas aparece também em muitos nomes de canções acid. A data do nascimento do acid é o verão de 1987, quando a house music aporta no balneário espanhol de Ibiza, muito popular entre os veranistas ingleses. Os DJs locais dão forma mais radical ao estilo, criando o acid house. No verão seguinte desembarca em Londres e logo vira hit. O smiley, um sorriso dentro de uma bola amarela, vira emblema dos adeptos do acid house e é estampado em camisetas. Um dos álbuns que marcam a efervescência acid é Wanted, da loura Yazz. Puxado pelo hit The Only Way is Up, chega às primeiras posições da parada de sucessos inglesa e rende a Yazz o título de rainha da house. Também fazem sucesso Into the Dragon, do Bomb the Basse, e Jack the Tab, coletânea de músicas supostamente interpretadas por vários grupos – na verdade fictícios, criados pelos computadores do produtor musical Genesis P. Orridge.

RITMOS: MUSICA ELETRONICA


Música eletrônica é toda música criada através do uso de equipamentos e instrumentos eletrônicos como sintetizadores, gravadores digitais, computadores, softwares de composição. A forma de composição geralmente é intuitiva e muitas vezes pode ser feita até mesmo por pessoas com pouca ou nenhuma noção de teoria musical. Os softwares são desenvolvidos de forma a facilitar a criação das melodias e ritmos. Atualmente existem vários estilos de música eletrônica como Techno, Acid, House, Trance, Drum 'n' bass.

RITMOS: ROCK AND ROLL


Com certeza um dos estilos mais abrangentes da música, o Rock tem variantes criadas no mundo todo, mas é originário dos Estados Unidos. Os principais instrumentos utilizados originalmente no rock eram: guitarra, bateria e Contrabaixo. Trata-se de um gênero musical que surge nos Estados Unidos, nos anos 50, misturando elementos da música negra (blues e rhythm'n'blues) à dos brancos (country e folk music). Logo alcança repercussão mundial. Dirigido a platéias adolescentes, serve-se de uma linguagem simples, apoiada em ritmos que incitam à dança. Desde o seu surgimento e ao longo dos anos, reúne uma grande diversidade de estilos. Uma dos grandes meios divulgadores do estilo, e também forma de interação social, são os Festivais de Música.