segunda-feira, 1 de junho de 2020

Quarentena



Durante essa quarentena voc^pode até sair de casa, mas tenha o máximo de cuidado que for possível, observe que estou saindo para resolver questões pessoais, porém estou de máscara e ao meu lado não tem ninguém. Tenha esse cuidado e use sempre alcool em Gel.

sexta-feira, 13 de março de 2015



Junho de 1987, Ibirité MG

Essa não foi exatamente a minha primeira vez, na verdade, acho que em 85 começamos a comprar discos, logo depois pintou uma pizzaria pra tocar, tudo muito mágico, sonho se realizando, eu feliz como nunca, desde criança, meu sonho era ser um DJ, não sei se por influência de meu irmão mais velho, ou se isso realmente é genético e nasceu comigo, quando peguei num disco de vinil pela primeira vez senti algo que hoje não sinto mais usando uma controladora, era tudo muito difícil, conseguir musica era complicado e caro, mas eu sentia prazer e fazer as pessoas dançarem a noite toda, algo que parece clichê, mas, eu realmente amava tudo aquilo, aprendi muito, observando a pista, aprendi que não se pode menosprezar ritmos diferentes, culturas diferentes, pessoas diferentes, pois a união de tudo isso é que torna a vibe perfeita. Nos dias de hoje um DJ toca no máximo 2 horas em um evento, se passar disso ele fica sem repertório e começa a se tornar cansativo, sabe porque? Porque os DJs hoje preparam o "set" que vão fazer em casa, tudo bem ensaiado, cada segundo, sem erros, mas se estender muito o tempo, o DJ fica sem saber o que tocar. Na época que eu comecei, não havia esse negocio de "Set", nós não saíamos de casa com nada programado, levávamos apenas o caixote de discos e no decorrer da noite ia tocando as musicas conforme a pista, a isso chamamos de Feeling. Hoje sou DJ residente da Onix Lounge, maior casa de shows de Mateus Leme e região, continuo sem limites, se precisar, faço a noite inteira, nem é questão de ter repertório e sim de costume, não me prendo a estilos ou ritmos, o importante é sempre ver a pista animada, mesmo que para isso você tenha que tocar até o que não te agrada, é isso ai, minha dica para estar a tanto tempo nas pistas é amor ao que faz e respeito ao seu público. Amo ser DJ, amo meu público, essa é minha vida.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Felguk


Felguk é um duo de DJs e produtores musicais do Rio de Janeiro, formado por Felipe Lozinsky (nascido em 12 de fevereiro de 1986) e Gustavo Rozenthal (nascido em 26 de fevereiro de 1982)[1]. Em 2010, o duo se apresentou - e teve sua faixa "2nite" como música do traileroficial - no maior festival de dance music dos EUA, "Electric Daisy Carnival"[2]. No mesmo ano, a dupla tocou no "Nocturnal Festival", e atingiu o #2 no Beatport (maior loja de venda digital de música eletrônica) com o remix do hit "Exceeder", de 2007[3]. Felguk tambem remixou a faixa "Celebration" da popstar Madonna[1], "Club Can't Handle Me" do rapper Flo Rida com participação de David Guetta[4][5], e "The Time (Dirty Bit)", do grupo The Black Eyed Peas[3].
A dupla criou seu próprio selo, Dongle Records, em 2011, onde lançaram dois singles, 'Blow Out,' e 'Jack It,' além do EP 'Bassive' que será lançado no portal Beatport próximo dia 22 de Novembro.[6]
Em outubro de 2011, o Felguk foi nomeado o #87 artista do ano no TOP 100 da revista inglesa DJ Mag.[7]


domingo, 7 de outubro de 2012


Som e iluminação para animar suas festas, e um DJ com 26 anos de experiência em festas e pista de dança. Ligue agora e reserve sua data: (031) 9224-8107 Tim, (031) 9699-5180 Vivo. DJ Wilson Martins BH.

domingo, 5 de agosto de 2012


É uma honra para min receber um convite para participar dessa festa, prometo te fazer dançar a noite toda ou pelo menos enquanto eu estiver no comando, vamos que vamos que a festa é nossa.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Miami Bass




MIAMI BASS - BAIXAS VIBRAÇÕES



De todos os géneros de música que cultivam ligações mais ou menos claras ao mundo do S.E.X.O., o Miami Bass (ou Booty Music ou Bass Music, conforme lhe queiram chamar...) é o que o faz de forma mais descarada. Talvez porque o género tenha dado os primeiros passos nos clubes de strip da capital da Flórida, talvez porque o calor húmido próprio daquele Estado convide as pessoas nos clubes a largarem as roupas ou, muito simplesmente, e nas palavras imortais dos Renegade Soundwave, talvez porque as mulheres respondem às baixas freqüências...
Seja como for, é longa a ligação do Hip Hop ao “bottom end”, que é como quem diz ao espectro de freqüências mais baixas, aquelas que são menos ouvidas e mais sentidas no próprio corpo. Kool Herc, o pai fundador do Hip Hop, importou da sua Jamaica natal o hábito de construir os seus próprios sound systems, com woofers gigantes para que o “boom” da música se sentisse bem forte nos estômagos. Com essa experiência bem presente, Afrika Bambaataa – com a ajuda de Arthur Baker e de uma 808 – criou Planet Rock uma faixa que, sozinha, haveria de influenciar os clubes de house, techno, electro e, claro, os clubes de Miami.

Com muito do seu poder ligado à descoberta da Roland TR 808 (uma caixa de ritmos com um kick drum mítico...), Planet Rock cedo se aliou em Miami a faixas como Clear dos Cybotron de Juan Atkins. Estávamos em 1982/1983 e o mundo nunca mais seria o mesmo.
Esse som influenciou rapidamente o produtor “Pretty” Tony que vendo aí uma oportunidade, cedo começou a editar. Look Out Weekend por Debby Deb foi uma das suas primeiras produções, antes de editar os Freestylers, um grupo de Electro responsável pelo lançamento de outro sub-género, precisamente baptizado com o nome Freestyle (electro influenciado pela música latina dos clubes...).
Nesta época, Luke Skywalker (que haveria de apadrinhar e integrar-se nos 2 Live Crew...) era o gerente do Pac Jam (um daqueles clubes onde se dançava de patins...) onde muitos dos temas de "Pretty" Tony rodavam com insistência. Mas continuava a faltar-lhes qualquer coisa... Mr. Mixx, produtor e DJ dos então californianos 2 Live Crew, começou a mexer na 808 e descobriu que podia baixar ainda mais as freqüências... E a revolução explodiu! Luke não tardou em identificar um potencial nas produções de Mr Mixx e acabou por financiar o seu 12” Throw The D/Ghetto Bass, que seria bem mais recebido em Miami, obrigando o grupo então a imigrar para a Florida.


Aliando a música aos clubes de South Beach, onde praticamente ninguém se dava ao trabalho de trocar a roupa com que tinha passado o dia ao sol, o Miami Bass nasceu e criou fenómenos que cedo passaram as fronteiras da Florida. No final dos anos 80, e por um momento, quando os 2 Live Crew forçaram os censores a dar atenção a “As Nasty as They Wanna Be”, o mundo vibrou com os sub-graves exportados de Miami. E também soube unir-se para defender o direito de Luke celebrar os prazeres da carne de uma forma que muitos julgam primária. As batalhas foram ganhas, e o baixo de Miami infiltrou-se no mundo: Shake Your Rump dos Beastie Boys (que dedicaram um número inteiro da sua já defunta revista Grand Royal à Bass Music com um artigo de DJ Shadow sobre o género e tudo), Rump Shaker dos Wrexckx-N-Effect’s, Baby Got Back de Sir Mix a Lot, muito dancehall, algum drum n’ bass e 2 Step são hoje claros devedores das explorações ao coração das baixas freqüências efectuadas pelos pioneiros de Miami. E este género até encontrou na Alemanha um segundo mercado preferencial, com um circuito de festas, editoras, revistas e websites a suportarem a cena da Bass Music.




Nomes como Dynamix II, Magic Mike, DJ Battlecat, The Mix Crew, MC Ade, Maggotron, Speakerhead ou Missy Mist servem como referências para quem queira usar a net para procurar mais informações sobre o assunto. Mas não é fácil, uma vez que o verdadeiro Miami Bass continua confinado aos clubes menos turísticos de Miami.
A Mo Wax de James Lavelle deu alguma atenção ao Miami Bass através da edição de trabalhos de DJ Assault e DJ Magic Mike, dois dos mestres do género. A Booty Music, essa, continua forte em Miami, agora sub-dividida em muitos géneros, uns mais próximos do Techno, outros ainda retendo a sua ligação ao Hip Hop, mas todos apostados em “baixar” cada vez mais a fasquia dos sub-graves. Enquanto mulheres devidamente despidas abanam literalmente os traseiros com este som...


Retirado do Blog Hit da Breakz V3.0

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O que todo baladeiro deve saber antes de gritar “acelera!”

Se procurarmos um pouco na internet ou em revistas especializadas, encontraremos vários artigos falando sobre “os dez mandamentos do DJ” ou “manual para ser um grande DJ”.
Ocorre que o DJ só é bom ou ruim segundo o julgamento do público. E muitos DJs são julgados por públicos que não fazem a menor idéia do que ele faz, qual o seu estilo, qual a diferença entre um live e um set…
Será que os DJs também julgam o público? A pista não é tão importante quanto o DJ para fazer a noite perfeita?
Foi por essas e outras que criamos esse post com 10 dicas para a pista, com coisas que todo baladeiro deveria saber antes de dizer “Porra DJ”.
1. Warm Up
O primeiro DJ da noite acabou de apertar o play e  já tem gente comentando “acelera DJ!”. O que esse povo não sabe é que o DJ foi escalado para fazer o Warm Up da noite, ou seja, ele está preparando a festa, recepcionando o público e os DJs convidados. Se é uma festa comercial, ele provavelmente não tocará as músicas mais conhecidas ou “da moda”, para não queimar o repertório dele ou dos próximos DJs. Se for uma festa com um som mais pesado, ele começará tocando algo mais leve para que os próximos DJ entrem “quebrando tudo”. Não confundir velocidade com qualidade também é um fator predominante. 
2. Quem toca hoje? Que festa é hoje?
Antes de sair de casa, que tal uma pesquisa básica sobre o line-up da noite? Muita gente sai pra se divertir, sem se preocupar em saber o que vai ouvir na festa e depois reclama do DJ. Ou vai a um club que havia ido uma vez e gostado, e quando chega lá não é nada do que tinha pensado. Geralmente, nas casas noturnas, cada dia da semana é dedicado a uma festa e estilos musicais específicos, que atraem públicos diferentes, de acordo com o dia. 
3. O DJ eclético
Um grupo foi pra balada pra ouvir música eletrônica, mas o DJ insiste em misturar vários estilos musicais. Ou alguns gostam mais de um gênero de música eletrônica, mas o DJ parece tocar todos possíveis em seu set. Um DJ eclético costuma tocar em festas onde o público é diversificado e tem um gosto eclético. Eles estão lá para se divertir, ouvir músicas conhecidas, cantar junto. A missão desse DJ é não deixar ninguém desanimar, não importa o estilo que ele toque e quase sempre é “sucesso”!
4. Pediu, tocou…
Aproveitando a flexibilidade do DJ eclético, as pessoas pedem para ele as músicas que querem ouvir. “Toca aquela da novela”, é um pedido comum. E ele toca. “Toca aquela da novela” e ele toca outra música da novela. Aí reclamam! Era aquela mesma, a primeira que querem ouvir “de novo”…
 5. O DJ “conceitual”
Ele não tocou nenhuma música conhecida e tudo pareceu meio estranho, diferente do que o pessoal está acostumado a ouvir. DJs que se especializam em determinados gêneros costumam passar horas pesquisando músicas novas, de vanguarda, para fazer um set original. Sua missão é justamente surpreender o público e levar a ele uma experiência sonora única. Em festas mais conceituais, é bom ter a mente aberta para que não se conhece ainda, que só irá ampliar o repertório cultural de cada um.
6. O DJ produtor
É cada vez mais comum conhecermos DJs que produzem suas próprias músicas. É comum o DJ tocar apenas músicas de sua autoria, já que muitas vezes o público está ali para isso. Quando fãs vão ao show de uma banda, não esperam que toquem suas melhores músicas? Por outro lado é comum também o DJ só tocar faixas novas ou de outros produtores, pois muitas vezes suas músicas não são adequadas para o ambiente ou ele foi chamado para fazer um set, não um live. Até para quem conhece, muitas vezes vai à festa e espera somente o que já foi sucesso do produtor. Não conte com isso…
7. Set x Live
A princípio um Live é uma apresentação com intervenções ao vivo na estrutura das músicas e um Set é uma mixagem de músicas já prontas. Mas com o tempo e os avanços da tecnologia, a discotecagem foi ficando cada vez mais digital e as diferenças entre DJ Set e Live foram diminuindo. Muitas vezes o Live é apenas uma palavrinha ao lado do nome do DJ no flyer da festa, em outras o DJ “toca” com um Set pré-mixado ou com um “DJ de apoio”, que é quem faz a coisa funcionar de fato. Quando não se tem a menor idéia do que o DJ está fazendo ali, melhor pensar duas vezes antes de criticar ou gritar “toca muuuuito!”. É o mesmo que elogiar um cantor que se apresenta com playback.
 8. Tum, tum, tum…
“É tudo igual, não acontece nada”, dizem alguns na balada. Na pista as músicas têm uma função primordial: fazer dançar. Para isso, é preciso que o ritmo seja constante e que as músicas possam ser mixadas de forma contínua, para que o público não pare de dançar. Cada estilo e vertente eletrônica têm suas características, alguns mais melódicos, outros mais percussivos, alguns com vocais e outros que parecem um imenso loop, com a intenção de criar um efeito hipnótico. Só é tudo igual pra quem não gosta, não importa o estilo.
9. Amo o DJ X, amo música eletrônica!
Todo mundo diz que adora o DJ X, o DJ X vai abrir o show da Madonna, a música dele toca na rádio, tem clipe na MTV, foi eleito o melhor do mundo, alguém disse. E assim ele vira o novo ídolo da galera! Agora todos amam música eletrônica e o DJ X é parâmetro de qualidade pra qualquer DJ que vêem tocar. Bom, esse é exatamente o motivo desse post. Não é porque um DJ é famoso ou toca/produz um estilo que agrada a maioria, que ele “toca muuuito”. Quem toca muito tem técnica, repertório, feeling, improviso, experiência… E a música vai muito além do top 10!
10 . Valorize o profissional 
Em todos os casos, há oportunistas e profissionais, tocadores de música e DJs. Conhecer mais sobre a profissão e os profissionais é uma forma de valorizar não apenas o DJ, mas a si mesmo também. Um público bem informado, exigente e cada vez mais envolvido com a música fará com que o mercado se desenvolva, amplie seus horizontes. Os grandes DJs serão assim chamados pela técnica e repertório. Surgirão novos talentos, que não precisarão da aprovação das pistas de outros países para serem valorizados aqui. Quem sabe, de repente, não começaremos a ver estilos de música surgindo no Brasil porque têm a ver com nossa cultura, nossa música, e não apenas porque fizeram sucesso um ano antes em algum lugar bem longe daqui…

POR  EM 02/08/2011  DJBan