Em 1988, época da explosão do Acid House, começou a discotecar em sua cidade natal. Apaixonado pela profissão, ele costuma dizer que a função do DJ é emocionar as pessoas. Seguiu produzindo seus próprios eventos a partir de 1992, abrindo espaço na capital mineira para a proliferação da cena eletrônica, ainda embrionária no local.
Seu primeiro disco de compilações, “Paralisia Cerebral”, foi lançado em 1996, enquanto a vontade de produzir sua própria música tornava-se realidade nas mãos habilidosas de Noise. Em 1997 foi convidado a incluir "Shantytown" no “Eletronic Music Brasil ” primeiro CD 100% nacional do gênero, lançado pela Sony-Mercado Mundo Mix.
A estante do DJ abriga algo além de discos, prêmios: em 97 ganhou como “Destaque Underground” pela revista especializada “DJ Sound ”. Nas duas vezes em que essa categoria existiu na premiação, Anderson foi o vencedor. Estão lá os troféus de melhor produtor e melhor dj de techno pelo prêmio “Noite Ilustrada”, da colunista Érika Palomino do jornal “A Folha de São Paulo”; os Troféus Faíscas, prêmio recebido em 3 anos consecutivos, oferecido pelo jornal “O Estado de Minas” para aqueles que agitavam a cena mineira; tanto Anderson fez que acabou virando hours-concours. Em 2003 foi destaque do ano pela Cool Awards, premiação que, em 2004, lhe deu o troféu de melhor dj.
No ano de 2003, Anderson foi convidado pela DJ MAG , uma das mais respeitadas publicações mundiais dedicadas à música eletrônica, para fazer seu quarto CD "DJ World Series – Anderson Noise". Numa série de 5 discos que a revista lançou, onde cada DJ, representando um continente, fez um disco com produções de seu país. Anderson foi o escolhido para representar a América Latina.
Sua discografia é gigantesca, e única, foi o primeiro a produzir um CD de música eletrônica nacional gravado ao vivo,lançou também o primeiro DVD de um DJ brasileiro “Brazilian Love Affair”
Salva de palmas para o mineirinho!

